LAMINA CUMARU NATURAL - N278
Ref.: 2245


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Descrição completa

O preço apresentado refere-se ao metro quadrado (m²) da lâmina.

Por se tratar de uma lâmina natural, as cores, formas e desenhos apresentados nas imagens podem variar.
Caso necessário, solicite fotos do produto para conferir estas característcas antes do envio.

Características:

Nome científico: Dipteryx odorata (Aublet.) Willd., Leguminosae.

Outros nomes populares: camaru, camaru-ferro, cambaru, cambaru-ferro, champanha, cumaru-amarelo, cumaru-da-folha-grande, cumaru-escuro, cumaru-ferro, cumaru-rosa, cumaru-roxo, cumaru-verdadeiro, cumbari, cumbaru-ferro, muirapagé.

Nomes internacionais: charapilla (Peru), cumaru (ATIBT,1982BSI,1991), ebo (Costa Rica; Honduras; Panamá), faux gaiax (Guiana Francesa), gaiac de cayenne, koemaroe (Suriname), sarrapia (Colômbia; Venezuela), tonka (Guiana).

Ocorrência: 
 Brasil: Amazônia, Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia.
 Outros países: América Central, Bolívia, Colômbia, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname, Venezuela.

Características sensoriais: cerne e alburno distintos pela cor, cerne castanho-claro-amarelado; brilho moderado; cheiro e gosto imperceptíveis; densidade alta; dura ao corte; grã revessa; textura fina a média, aspecto fibroso atenuado; superfície pouco lustrosa.

Descrição anatômica macroscópica: 
 Parênquima axial: visível sob lente, paratraqueal aliforme de extensão losangular, ocasionalmente confluente.  
 Raios: visíveis apenas sob lente no topo e na face tangencial, finos, numerosos, estratificados (3 mm por mm). 
 Vasos: visíveis a olho nu, pequenos a médios; poucos; porosidade difusa; solitários, geminados, e múltiplos de 3 a 6; obstruídos por óleo-resina. 
 Camadas de crescimento: pouco distintas, demarcadas por zonas fibrosas.

Durabilidade natural: o cerne apresenta alta resistência ao ataque de organismos xilófagos (fungos apodrecedores e cupins). (IPT,1989a) Em ensaios de campo com estacas em contato com o solo, esta espécie apresentou alta durabilidade aos organismos xilófagos  (Jesus et al.,1998) e foi considerada com durabilidade superior a 12 anos de serviço em contato com o solo. (SUDAM/IPT,1981Fosco Mucci et al.,1992) Apresentou baixa resistência, em ensaios de campo, aos xilófagos marinhos. (Lopez,1982

Tratabilidade: impermeável às soluções preservativas; (IPT,1989a) o cerne não é tratável com creosoto (oleossolúvel) e nem com CCA (hidrossolúvel), mesmo em processo sob pressão. (IBDF,1988IBAMA,1997a